Conhecer os meandros da Língua Portuguesa é sempre gratificante pois, além de conhecermos nossa própria língua, podemos explicar melhor o porquê se faz assim ou se ouve assim, o que é excesso, o que é dispensável, o que causa erro ou o que falta...

 

* Você falava assim....VEJA O CORRETO!

Muito legal esses de baixo. Eu não conhecia essas armadilhas da língua, exceto pelo "Batatinha quando nasce..." e " Cuspido e Escarrado".

E a gente pensa que repete corretamente os 'ditos populares'

Dicas do Prof. Pasquale:

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.' "Minha grande dúvida na infância... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"

Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro' "Está aí a resposta para meu dilema de infância!" EU
NÃO SABIA. E VOCÊ?

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.' "Se a batata é uma raiz, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?"

'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!' Esse foi o pior de todos!
Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Por que ele muda de cor???"

Outro que no popular todo mundo erra:'Quem tem boca vai a Roma.'
"Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!" O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado,
'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.

O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso.... 'Quem não tem cão, caça com gato.' "Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor!"

O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!'

Vai dizer que você falava corretamente algum desses?????

* Você conhece a origem das Expressões na Língua Portuguesa?

 

aasaaa A Língua Portuguesa possui inúmeras expressões interessantes. Muitas vezes, elas permanecem imutáveis ao longo de anos, representando um forte papel cultural para o idioma. Existem pessoas que se ocupam em pesquisar e descobrir a origem das expressões, que podem ser fundamentadas na cultura do próprio país, ou ainda ter influência estrangeira, mitológica, religiosa, histórica, etc.

Sabe-se que as expressões são adquiridas no contato direto com a língua, na socialização dos indivíduos. De acordo com estudos, a partir dos cinco ou seis anos, as crianças começam a usar algumas expressões e, daí em diante, continuarão a enriquecer o seu dicionário mental para sempre.

Veja agora mesmo a origem das expressões a seguir:

Corredor Polonês

Corredor polonês é uma expressão comumente utilizada para denominar uma passagem estreita formada por duas fileiras de pessoas que se colocam lado a lado, uma defronte à outra, com a intenção de castigar quem tenha de percorrê-la. A expressão faz referência à região transferida por parte da Alemanha para a Polônia ao fim da Primeira Guerra Mundial, em virtude da assinatura do Tratado de Versalhes. O Corredor Polonês dividiu a Alemanha ao meio, isolando a Prússia Oriental do resto do país. Através de uma extensão de 150 quilômetros e largura variável entre 30 a 80 quilômetros, permitiu que os poloneses circulassem livremente em território alemão, bem como possibilitou o acesso da Polônia ao Mar Báltico. Posteriormente, tanto o Corredor quanto a Prússia foram incorporados ao território polonês. A disputa pela região do Corredor Polonês provocou inúmeros atritos entre os dois países. Em 1939, durante a invasão da Alemanha à Polônia, os poloneses foram encurralados pelos alemães, os quais se posicionavam dos dois lados do Corredor e atiravam contra os poloneses, que estavam no meio.

 Voto de Minerva

A expressão tem sua origem em uma história pertencente à mitologia grega. Agamenon, o comandante da Guerra de Troia, ofereceu a vida de uma filha em sacrifício aos deuses para conseguir a vitória do exército grego contra os troianos. Sua mulher, Clitemnestra, cega de ódio, o assassinou. Com esses crimes, o deus Apolo ordenou que o outro filho de Agamenon, Orestes, matasse a própria mãe para vingar o pai. Orestes obedeceu, mas seu crime também teria que ser vingado. Em vez de aplicar a pena, Apolo deu a Orestes o direito a um julgamento, o primeiro do mundo. A decisão, tomada por 12 cidadãos, terminou empatada. Chamada pelos gregos de Atenas (Minerva era seu nome romano), a deusa da sabedoria proferiu seu voto, desempatando o feito e poupando a vida de Orestes. Eis a razão da expressão Voto de Minerva (também conhecida como "voto de desempate" ou "voto de qualidade").

 Bafo de onça

A onça é um animal carnívoro que se lambuza bastante na hora de comer a caça. Por esta razão, fede muito e sua presença é detectada à distância na mata. Assim, pessoas que possuem o hálito fétido passaram a ser chamadas de "bafo de onça". A expressão também faz referência ao hálito de quem está (ou esteve) alcoolizado.

 Santinha do pau oco

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos séculos 18 e 19, os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era "recheado" com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

 Névoa baixa, sol que racha

Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período da tarde.

Sem eira nem beira

Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim "sem eira nem beira".

Lua de mel

A expressão vem do inglês honey moon. Na Irlanda, na Idade Média, os jovens recém-casados tinham o costume de tomar uma bebida fermentada chamada mead – ou hidromel, composta de água, mel, malte, levedo, entre outros ingredientes. O mel era considerado uma fonte de vida, com propriedades afrodisíacas. A bebida deveria ser consumida durante um mês (ou uma lua). Por essa razão, esse período passou a ser chamado de “lua de mel”.

Casa da mãe Joana

A expressão "casa da mãe Joana" alude a um lugar em que vale tudo, onde todo mundo pode entrar, mandar, uma espécie de grau zero de organização. A mulher que deu nome a tal casa viveu no século 14. Joana era condessa de Provença e rainha de Nápoles (Itália). Teve a vida cheia de confusões. Em 1347, aos 21 anos, regulamentou os bordéis da cidade de Avignon, onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar". "Casa da mãe Joana" virou sinônimo de prostíbulo, de lugar onde impera a bagunça.

Chegar de mãos abanando

A origem mais aceita para a expressão está relacionada com os imigrantes que chegavam ao Brasil no século 19. Eles costumavam trazer da Europa ferramentas para o cultivo da terra, como foices e enxadas, além de animais, como vacas e porcos. Uma ferramenta poderia indicar uma profissão, uma habilidade, demonstrava disposição para o trabalho. O contrário, chegar de mãos abanando, indicava preguiça. Atualmente, quando uma pessoa vai a uma festa, mandam os bons modos que leve um presente. Se não o faz, diz-se que “chegou com as mãos abanando”.

 Pensando na morte da bezerra

A história mais aceitável para explicar a origem da expressão é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Conta-se que certa vez um rei resolveu sacrificar uma bezerra e que seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, opôs-se. Independentemente disso, a bezerra foi oferecida aos céus e afirma-se que o garoto passou o resto de sua vida pensando na morte da bezerra. Assim, estar “pensando na morte da bezerra” significa estar distante, pensativo, alheio a tudo.

Farinha do mesmo saco

"Homines sunt ejusdem farinae" (São homens da mesma farinha, em latim) é a origem dessa expressão, utilizada para generalizar um comportamento reprovável. A metáfora faz referência ao fato de a farinha de boa qualidade ser posta em sacos separados, para não ser confundida com a de qualidade inferior. Assim, utilizar a expressão "farinha do mesmo saco" é insinuar que os bons andam com os bons, enquanto os maus preferem os maus.

Dor de cotovelo

A expressão teve origem nas cenas de pessoas sentadas em bares, com os cotovelos apoiados no balcão, bebendo e chorando a dor de um amor perdido. De tanto permanecerem naquela posição, as pessoas ficavam com dores nos cotovelos. Atualmente, é muito comum utilizar essa expressão para designar o despeito provocado pelo ciúme ou a tristeza causada por uma decepção amorosa.

Olha o passarinho!

Quando a fotografia foi inventada, a impressão da imagem no filme não se dava com a mesma rapidez dos dias atuais. Na metade do século 19, os fotografados tinham de permanecer parados por até 15 minutos, a fim de que sua imagem fosse impressa dentro da máquina. Fazer as crianças ficarem imóveis por tanto tempo era um verdadeiro desafio. Por isso, gaiolas com pássaros ficavam penduradas atrás dos fotógrafos, o que chamava a atenção dos pequenos. Assim, a expressão “Olha o passarinho” ficou conhecida como a frase dita pelo fotógrafo na hora da pose para a foto.

Motorista barbeiro

Antigamente, os barbeiros eram conhecidos não apenas por realizar o corte de cabelo e barba, mas também por desempenhar tarefas como: extração de dentes, remoção de calos e unhas, entre outros. Geralmente, os serviços extras deixavam consequências desagradáveis aos clientes. No século 15, o termo “barbeiro” era atribuído a atividades mal executadas. Com o tempo, passou a ser relacionado aos motoristas.  Daí a expressão “motorista barbeiro”, ou seja, mau motorista.

Novo em folha

Para falar que algo nunca foi usado ou que, se já foi, está em ótimo estado, dizemos que está "novo em folha". A expressão também pode ser usada para designar alguém que, depois de se machucar ou enfrentar uma doença, está curado. A origem dessa expressão baseia-se em folhas de papel branquinhas, limpinhas e sem amassados, encontradas em livros novos, recém impressos. Assim, trata-se de livros “novos em folha”.

Ovelha negra

Esta expressão não é brasileira nem restrita à língua portuguesa. Vários outros idiomas também a utilizam para designar alguém que destoa de um grupo, assim como uma ovelha da cor preta se diferencia em um rebanho de animais brancos. Na Antiguidade, os animais pretos eram considerados maléficos e, por isso, sacrificados em oferenda aos deuses ou para acertar certos acordos. Daí o hábito de chamar de "ovelha negra" aqueles que se diferenciam por desagradar e chocar aos demais.

Guardar a sete chaves

No século 13, baús eram usados para guardar joias e documentos da corte de Portugal. Cada baú tinha quatro fechaduras e era aberto por quatro chaves distribuídas entre funcionários do reino. Com o tempo, os baús caíram em desuso. E algo que antes estava bem “guardado a quatro chaves”, passou a ser “guardado a sete chaves”, devido ao misticismo associado ao número 7. Esse misticismo originou-se nas religiões primitivas babilônicas e egípcias, que cultuavam os sete planetas conhecidos na época. Assim, a expressão “guardar a sete chaves” está relacionada ao ato de guardar algo com segurança e sob sigilo absoluto.

Tintim por tintim

Corrente tanto no português do Brasil como em Portugal, a expressão "tintim por tintim" é utilizada para falar de alguma coisa descrita em seus mínimos detalhes. Segundo o filólogo brasileiro João Ribeiro, “tintim é a onomatopeia do tilintar de moedas”, ou seja, tintim é o barulho que uma moeda faz quando cai sobre outra. Em sua origem, a expressão “tintim por tintim” era usada para se referir a uma conta ou dívida paga até a última moeda. Assim, quando queremos obter informações precisas sobre algum fato ou situação, costumamos dizer: "Conte-me tudo, tintim por tintim”.

Andar na linha.

Significa agir corretamente, obedecer. A expressão pode ter se originado nos quartéis, onde os recrutas aprendiam a andar na linha, quer no sentido literal, acompanhando o pelotão, quer no sentido conotativo, obedecendo a seus superiores militares, sem se desviar.

Arrastar a asa.

O galo, ao cortejar a galinha, arrasta sua asa para ela. A expressão se estendeu aos humanos, fazendo referência ao cortejo do homem à mulher, ou vice-versa.

Bater as botas.

Significa falecer. A expressão pode ter se originado na primeira invasão holandesa ao Brasil, ocorrida em 1624, em que os negros, não estando acostumados com os armamentos que lhes foram dados, constantemente tropeçavam nas próprias botas, virando um alvo fácil para os holandeses. Assim, os demais negros costumavam se referir àqueles que morriam dizendo que "haviam batido as botas".

Com as calças na mão.

Significa conquistar algo "por pouco". Se alguém diz que seu time ganhou a partida "com as calças na mão", significa que ele quase não ganhou. Hipótese para a origem da expressão: em jogo apostado, o sujeito perde tudo que possui, a ponto de já estar com as calças na mão, pronto para dar o último bem de que dispõe. No entanto, acaba vencendo.

Entrar com o pé direito.

Significa "começar bem". A expressão originou-se numa antiga superstição pertencente ao Império Romano. Nas festas realizadas na antiga Roma, os convidados eram avisados de que deveriam entrar nos salões "dextro pede" - com o pé direito - para evitar o azar. A expressão generalizou-se e ainda hoje é utilizada com esse propósito.

Estar com a corda no pescoço.

Significa estar ameaçado, sob pressão ou com problemas financeiros. A expressão originou-se no enforcamento, meio de aplicação da pena de morte. Faz referência a situações de anistias ou comutações de pena chegadas à última hora, quando o condenado já estava prestes a ser executado, e portanto, "com a corda no pescoço".

Mão na roda.

Significa ajudar, ser prestativo. A expressão pode ter se originado em situações em que o carro de boi atolava, necessitando que os peões ajudassem a movimentá-lo novamente, empurrando as rodas com as mãos.

Pôr a mão no fogo.

Significa confiar muito em alguém, a ponto de jurar pela sua inocência. A expressão pode ter se originado na prova do ferro caldo, utilizada durante a Idade Média. Naquele período, quem alegava inocência submetia-se a pegar numa barra de ferro aquecida e caminhar com ela na mão por alguns metros. Envolvia-se a mão em estopa, selada com cera e, três dias depois, abria-se a atadura. Se a mão estivesse ilesa, sem sinal de queimadura, era provada a inocência. Se estivesse queimada, provada estava a culpa, sendo imediata a punição pela forca.

Segurar vela.

Significa ser a única pessoa solteira a acompanhar um casal de namorados, a ponto de ficar "sobrando" ou atrapalhando o clima romântico dos dois. A expressão originou-se na Idade Média, sendo utilizada para designar o trabalho dos criados que seguravam candeeiros em eventos e estabelecimentos que funcionavam à noite, ou ainda em situações em que seus patrões quisessem ter relações sexuais com luz. Nesses casos, os criados seguravam as velas virados de costas, de forma a não lhes invadir a privacidade.

 www.soportugues.com.br

 

* Você já sabe todas as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa?

 

Vá ao link abaixo e veja o quanto você sabe ou precisa aprender a respeito do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa que entrou em vigor a partir de Janeiro de 2009 em todos os países que têm como língua oficial o português.

http://www.fmu.br/game/home.asp
 

Miriam Ferreira

* Você sabe o que é um PALÍNDROMO?

Um palíndromo, como sabe, é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos normalmente, da esquerda para a direita e vice-versa.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O  mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tão mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do  conhecido:

 

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, você leu a frase de trás pra  frente), tomamos a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da  língua de Camões...
Se você souber de mais algum, acrescente e passe adiante. 
 

 

* Você sabe o que é TAUTOLOGIA?

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?  É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia. 

 

* Expressões idiomáticas

Expressões idiomáticas ou idiomatismo são expressões que caracterizam por não identificar seu significado através de suas palavras individuais ou no sentido literal. Não é possível traduzi-las em outra língua e se originam de gírias e culturas de cada região.

Nas diversas regiões do país há várias expressões idiomáticas que são chamados dialetos. Não há um motivo linguístico para que se considerem essas formas superiores ou inferiores às outras. Cada região valoriza e pesquisa nos últimos tempos o que pode ser feito para diminuir preconceitos linguísticos. No modo cultural, as expressões usadas por uma pessoa que têm acesso à escola e aos meios de instrução formal são bastante diferentes das expressões usadas pelas pessoas privadas das escolas. Essas pessoas privadas das escolas desenvolvem expressões para que o determinado grupo social as compreenda e as usem. Assim origina as gírias.

Veja algumas expressões idiomáticas e seus significados abaixo:

Amarrar a cara: Fechar a cara e ficar zangado;
Bafo de onça: Mau hálito;
Chorar de barriga cheia: Reclamar sem motivo;
Dar com a língua nos dentes: Contar um segredo;
Estômago de avestruz: aquele que come qualquer coisa;
Ficar de olho: Vigiar;
Lavar as mãos: Não dar mais opinião;
Molhar o biscoito: Transar
Sangue bom: boa pessoa, pessoa de paz;
Pé na jaca: Cometer excessos;
Quebrar o galho: Improvisar;
Trocar as bolas: Confundir-se;
Uó: Pessoa, coisa ou lugar desagradável.

 

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

 

* Reflita pois este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

 

·        O resfriado escorre quando o corpo não chora.

·        A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

·        O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

·        O diabetes invade quando a solidão dói.

·        O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

·        A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

·        O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

·        A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

·        As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

·        O peito aperta quando o orgulho escraviza

·        O coração enfarta quando chega a ingratidão.

·        A pressão sobe quando o medo aprisiona.

·        As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.

·        A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


PENSE NISTO. PRESTE ATENÇÃO!

(Autor desconhecido)